Seis empresas, quatro domínios bem diferentes. Comecei em e-commerce — varejo online de casa e construção, catálogo enorme e pico de tráfego concentrado em data comemorativa. De lá fui pra infraestrutura de pagamentos: emissão de cartão e banking as a service, o tipo de sistema que outros produtos usam de alicerce. Duas escolas opostas — uma te ensina o que volume faz com código escrito com pressa, a outra te ensina que errar custa o dinheiro de alguém.
Depois vieram viagens, numa plataforma de venda de passagem em escala, e logística de last-mile, ligando loja física a marketplace pra entrega rápida. Operação de verdade: quando o sistema cai, alguém sente na mesma hora. Em seguida, core banking open source — a primeira vez que o código que eu escrevia era lido por gente de fora da empresa, e isso muda o padrão de cuidado.
Hoje trabalho com diagnóstico de governança corporativa, numa plataforma que avalia a maturidade de empresas e transforma o resultado em plano de ação. E sou fundador do Singularity — um product studio focado em transformar produto em faturamento. É a soma de tudo isso: depois de seis casas, ficou claro pra mim que o gargalo quase nunca é técnico.
